PRAGAS
URBANAS
Define-se animais sinantrópicos
àqueles que se adaptaram a viver junto ao homem, à despeito da
vontade deste. Difere dos animais domésticos, os quais o homem cria
e cuida com as finalidades de companhia (cães, gatos, pássaros,
etc.), produção de alimentos ou transporte (galinha, boi, cavalo,
porcos, etc.).
Destacamos dentre os animais
sinantrópicos (que se adaptaram a viver junto ao homem), aqueles que
podem transmitir doenças ou causar agravos à saúde do homem ou
outros animais e que estão presentes na nossa cidade, como: rato,
pombo, morcego, barata, mosca, mosquito, pulga, carrapato, formiga,
escorpião, aranha, taturana, lacraia, abelha, vespa e marimbondo.
Com este trabalho, pretendemos
oferecer alguns conhecimentos básicos sobre a vida desses animais,
de modo que o leitor compreenda a importância de se adotar medidas
preventivas no seu lar, no seu local de trabalho, ou mesmo
transmitir a outras pessoas essas informações.
Toda espécie necessita de três
fatores: água, alimento e abrigo para sua sobrevivência.
Água não é fator limitante no
nosso meio. Mas podemos interferir nos outros dois fatores, alimento
e abrigo, de modo que espécies indesejáveis não se instalem ao nosso
redor. Para tanto, é necessário conhecermos o que serve de alimento
e abrigo para cada espécie que se pretende controlar, e adotarmos as
medidas cabíveis de forma a interferir nesse controle.
Acreditamos que com a adoção
dessas medidas estaremos mantendo os ambientes que freqüentamos mais
saudáveis, e estaremos evitando o uso de produtos químicos, os quais
poderão estar eliminando não somente as espécies indesejáveis, como
também outros espécies benéficas, contaminando a água e o solo, e
que por si só não evitarão novas infestações.
Dessa forma estaremos
contribuindo para a promoção da saúde e melhoria da qualidade de
vida.
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